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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

FLAVIO GALVÃO NO CINETVNEWS

Carlos Amorim e Flávio Galvão

No último domingo (11/11/2012) o Programa CineTVNews teve a imensa felicidade em entrevistar o ator Flavio Galvão. O ator estava em Belém apresentando a montagem da peça As Pontes de Madison ao lado da atriz Mayara Magri, a qual foi encenada no Teatro Cuíra. 

As Pontes de Madison


Teatro Cuíra

Flávio é um ator bastante conhecido por sua diversificada carreira, tendo participado de grandes sucessos da televisão brasileira: A Volta de Beto Rockfeler, Vila Sessamo (1a. versão), Corpo a Corpo e Tieta (ambas na Rede Globo). Flavio estrelou a serie O Grande Pai e apresentou o programa É Verdade ou é Mentira?. 

Mayara Magri, Jerusa Franco e Paulo de Almeida


Flávio e Mayara

Flávio, também, é dublador, tendo trabalhado na lendária AIC - São Paulo e dublado personagens de grande sucesso: Major Nelson (Larry Hagman) em Jeannie É Um Gênio, Maguilla, O Gorila, Buck Cannon (Cameron Mitchel) em Chaparal (versão AIC - São Paulo), dentre muitos outros. 

Major Nelson (Larry Hagman) em Jeannie É Um Gênio


Maguilla, O Gorila


Buck Cannon (Cameron Mitchel) em Chaparal

Nossos agradecimentos a Charles Grimaldi (produrtor da peça) e a atriz Zê Charone que autorizaram a realização da entrevista e nos auxiliaram n realização da matéria. 
Em breve você vai conferir mais esta entrevista exclusiva do Programa CineTVNews.

Amorim e Charles Grimaldi


O público no Teatro Cuíra

sábado, 16 de julho de 2011

RENATO PRIETO, ASTRO DO FILME NOSSO LAR, EM BELEM

Renato Prieto em Belem


Hoje o Programa CineTvNews teve a grande alegria de entrevista o ator Renato Prieto, o qual ganhou fama nacional e internacional interpretando o persoangem Andre Luiz no filme Nosso Lar.

Renato concedeu uma entrevista exclusiva, falando de sua carreira, seus trabalhos, do sucesso do filme Nosso Lar e de sua peça A Morte é uma Piada.



Carlos Amorim e Renato Prieto



É justamente esta peça que trouxe o ator a Belem, a qual esta sendo encenada nos dias 16 (as 19 e 21 horas) e 17/07 (as 18 e 20 horas) no Teatro da Estação Gasometro no Parque da Residencia.

Nossos agradecimentos ao ator Renato Prieto e da Sra. Lea Moreno que nos auxiliou na entrevista.


Othon Bastos e Renato Prieto (Andre Luiz) em Nosso Lar









sábado, 18 de junho de 2011

MORRE NEWTON MARTINS

Newton Martins



O ator Newton Martins morreu na madrugada do domingo (29/05) em decorrência de uma falência múltipla de órgãos. Segundo a família, o ator de 75 anos estava internado há 15 dias no Hospital Rio de Janeiro, em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio.

A filha de Newton, Márcia Martins, disse que o pai sofria de Mal de Parkinson há seis anos. No final de 2010, a doença piorou e o ator ficou com dificuldades para andar. Há cerca de 15 dias, Newton contraiu uma pneumonia, o que agravou sua saúde.



Trabalhos na TV e no cinema

O último trabalho do ator foi em 2006, na minissérie JK, onde interpretou o personagem Olegário Maciel. Ele também atuou nas novelas Malhação, Sonho Meu, Despedida de Solteiro, Escrava Isaura, Selva de Pedra, entre outras. Nos anos 70, Newton Martins participou de filmes como Obsessão e Folga na direção.





Sgt. Garfield (Mike Genovese) em The Flash



Ele morreu em decorrência de uma falência múltipla de órgãos e o ator estava internado em um hospital da Zona Oeste havia 15 dias.
O enterro do ator foi realizado no domingo (30/05), às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, na zona oeste do Rio de Janeiro.


Claude Akins




Alguns trabalhos de Newton Martins em dublagem:




Dick York em Os Intocaveis



- Claude Akins na redublagem de Os Intocaveis (Telecine)
- Dick York na redublagem de Os Intocaveis (Telecine)
- Narrador da 7ª temporada de Lei e Ordem
- O mordomo Leopoldo (2a. Voz) em duck tales e no filme O tesouro da lâmpada perdida".
- O tenente Garfield (1ª. Voz) do seriado The Flash
- O vilão Koppa (2ª. Voz) no desenho Super Mario
- Dublou Jack Betts (Henry Balkan) em Homem-Aranha
- Yamaki do Digimon Tamers que morreu

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

MORRE O ATOR JOHN HERBERT

John Herbert

O ator John Herbert morreu às 12h30 desta quarta-feira (26), aos 81 anos, em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 5 de janeiro no Hospital do Coração (HCor) e foi vítima de uma enfisema pulmonar, doença respiratória crônica.
O velório do ator será realizado ainda hoje no Museu da Imagem e do Som (MIS), no Jardim Europa, em São Paulo, por volta das 17h.

Biografia A história de John Herbert começou a se formar em Hamburgo, Alemanha, de onde é toda a sua família. O primeiro a vir para o Brasil foi o seu avô paterno, Paul Adolf Buckup. Acompanhado de sua mulher, Ernestina, carioca descendente de alemães e franceses, ele se instalou em Santos, São Paulo, representando uma firma alemã. Na cidade portuária paulista nasceu o pai do ator, Hans Buckup, em 1902.
Com apenas dois anos de idade, o pai de John Herbert voltou com os pais para Hamburgo, onde foi criado, e conheceu a mãe do ator: Kitty, filha de Katie Schmidt, inglesa de Londres, e de Werner Schmidt, natural de Hamburgo. Na Alemanha, Hans casou-se com Kitty, mas, aos 26 anos, decidiu voltar para o país em que nascera: o Brasil.


Juntamente com o pai, Hans veio para São Paulo trabalhar como comerciante, confirmando a tradição da família de se dedicar à atividade típica de Hamburgo, cidade também portuária. O primeiro filho foi John Herbert, nascido no Hospital Oswaldo Cruz, no dia 17 de maio de 1929. Dois anos depois, o casal tem Achim. Ursula, a caçula e única menina da família, nasceu em 1934. A família sempre morou no bairro Jardim Europa, na capital paulista.

John e Claudia

Em 1935, aos 6 anos de idade, John Herbert entrou na Escola Olinda Schule, que mais tarde, por causa da Segunda Guerra Mundial, recebeu o nome de Visconde de Porto Seguro, mantido até os dias de hoje. No colégio alemão, o ator recebeu uma educação baseada nos costumes do país dos seus antecedentes. Aprendeu a falar alemão muito cedo, língua com a qual se comunicava com a família.
Segundo o próprio John Herbert, o que cortou um pouco a educação estritamente alemã foi ele ter entrado no Esporte Clube Pinheiros, local que passou a frequentar em 1939. Lá ele descobriu o amor pelos esportes, em especial pela natação. O que poderia ter sido apenas um hobby ganhou proporções maiores: em 1945, John tornou-se campeão paulista dos 1500 metros, título conquistado um ano antes por João Havelange.


No último ano da escola, John Herbert teve que fazer o ginásio em um ano, para adaptar o currículo alemão às atuais exigências brasileiras. Naquela época, ele já começava a pensar na profissão que gostaria de seguir. O menino que sonhava em ser médico foi alertado pelos pais que "não tinha nenhum médico na família". Paralelo às dúvidas sobre a carreira, John Herbert cultivava o amor pelo jazz e pelo cinema, o que o aproximava lentamente da vida artística.

John em foto recente


Em 1947, John começou a frequentar a Cinemateca do Museu de Arte Moderna de São Paulo. O estudo de Direito começou em 1949, na Faculdade do Largo São Francisco. Um ano depois, foi criado o Centro de Estudos Cinematográficos, comandado por Ruggero Jacobbi, teórico de cinema e teatro. Dentre os professores deste Centro havia José Renato Pecora que idealizou e montou a célula inicial do primeiro teatro de arena da América Latina, junto com John Herbert, Sérgio Britto, Monah Delaci, Renata Blaustein, e inaugurado em 1952.

John e Eva em Alo Doçura


Em 1954, John Herbert tornava-se bacharel em Direito, com o coração já totalmente dividido pelas duas carreiras. Um ano antes, ainda estudando Direito, ele fez um teste e foi aprovado na Companhia Cinematográfica Vera Cruz para o filme Uma Pulga na Balança, lançado em abril de 1953. O cinema sempre foi a preferida entre as três atividades que corriam paralelas: cinema, televisão e teatro.
No início dos anos 50, John Herbert conheceu Eva, a Vivinha, que estava ensaiando numa sala do Teatro Municipal de São Paulo com um grupo de balé, ao qual participava. Naquela ocasião todos os alunos da Faculdade de Direito seriam figurantes de Apassionata, da Vera Cruz, que estava sendo filmado naquele teatro.


A imagem do casal foi fortemente marcada no imaginário popular a partir de 1954, com a série Alô Doçura, escrita por Cassiano Gabus Mendes, e exibida durante dez anos ininterruptos. A princípio, o galã seria interpretado por Mário Sérgio, ator da Vera Cruz. Com a desistência de Mário Sérgio, John Herbert foi convidado pelo autor para assumir o personagem. No início, durante seis anos, o programa era uma espécie de teatro na televisão, só depois passando a ser gravado.
Em 1955 John Herbert e Eva Wilma casaram-se em São Paulo. Com ela teve dois filhos, Vivien, nascida em 1956, coreógrafa e diretora de teatro, e John Herbert Junior, nascido em 1958, músico e designer gráfico. O casamento acabou em 1976, mas eles continuaram amigos. Em 20 de maio de 1978, o ator casou-se com Claudia Librach, fisioterapeuta e atriz, com quem teve dois filhos: Ricardo, nascido em 1979, empresário da área de eventos, e Eduardo, nascido em 1983, administrador de empresas.

Eduardo, Ricardo, Claudia e John


Nos anos sessenta, John Herbert começou a produzir para o teatro. Uma das "descobertas" como produtor foi a atriz Regina Duarte, que estreou em Black-Out, de 1967. Ele também assinou a produção de A Cozinha, de 1968, Os Rapazes da Banda, de 1970, entre outras.
Em 1975 estreou como diretor de cinema, tendo dirigido um episódio do filme Cada Um Dá O Que Tem. Em 1980 dirigiu seu primeiro longa metragem, Ariella, que foi um grande sucesso.
No mesmo ano, John Herbert foi para o Rio de Janeiro onde iniciou sua carreira na TV Globo, passando a fazer novelas e minisséries, no entanto, sempre morou oficialmente em São Paulo.
Entre as novelas em que John participou, destacam-se: Alô, Doçura!, Que Rei Sou Eu?, O Dono do Mundo, A Viagem, Por Amor e Sinhá Moça. A última participação do ator em telenovela foi em Três Irmãs, de 2008.


Fonte: http://diversao.terra.com.br/gente/noticia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

FALECIMENTO DE ARY FERNANDES

Ary Fernandes

O criador das séries “O Vigilante Rodoviário” e “Águias de Fogo” faleceu esta manhã, em São Paulo, aos 79 anos.
Em 2001, Ary sofreu um derrame que deixou algumas sequelas, entre elas, problemas de fala, dificuldades para caminhar e de memória, que o afastaram do trabalho.
A partir de 2005, sua saúde começou a declinar, culminando em uma internação hospitalar no último sábado à noite. Sentindo fortes dores no estômago, Ary sofreu quatro paradas cardíacas antes de falecer na manhã desse domingo. O velório será realizado a partir das 19h no Cemitério Municipal Chora Menino, em Santana, zona norte da capital paulista. O enterro será realizado na segunda, dia 30 de agosto, às 11h.
Ary Fernandes nasceu no dia 31 de março de 1931, iniciando sua carreira por volta do ano de 1949, na Rádio América, onde atuou como locutor e ator. Passou pelo teatro e pela televisão, estreando no cinema em 1952, como assistente de direção do filme “O Canto do Mar”, de Albert Cavalcante, produzido pelos estúdios Maristela. Ao longo da década, passou a atuar como gerente de produção e diretor de filmes e documentários.
Em 1958, criou a série “O Vigilante Rodoviário”, em parceria com Alfredo Palácios, já falecido. A série conseguiria ser produzida de forma independente, com o apoio da empresa Nestlé, tornando-se a primeira a ser filmada em película no Brasil. Exibida originalmente pela TV Tupi entre 1961 e 1962, a produção voltou à grade da TV brasileira em 2009, com sua estreia pelo Canal Brasil. No mesmo ano, os episódios da série foram lançados em DVD.
Em 1978, Fernandes tentou resgatar o personagem do Vigilante Carlos, com a produção do piloto de uma nova série, que não chegou a vingar. Um novo projeto surgiu em 1999, mas a nova versão não chegou a ser produzida. Em 2008, Carlos Miranda, intérprete do Vigilante, lançou um livro contando a história dos bastidores de produção da série.
Em 1967, Ary produziria sua segunda série, “Águias de Fogo”, que, embora não tenha conquistado o mesmo sucesso que a primeira, tornou-se um dos clássicos da televisão nacional. A produção também contou com a presença de Ary no elenco. Atualmente, a série está em exibição pelo Canal Brasil, com a expectativa de também ser lançada em DVD.


Ao longo dos anos 60 até a década de 90, Ary continuou com sua carreira de ator, dublador e diretor, mantendo a produtora Procitel -- Produções Cine Televisão Ltda., fundada em 1962. Entre seus trabalhos de dublagem estão “A Vida Moderna de Rocco”, a redublagem de “As Aventuras de Rin Tin Tin”, além de vários documentários. Ao todo, Ary esteve envolvido com a produção de 124 filmes.
Em 2006, foi lançada sua biografia, “Ary Fernandes, Sua Fascinante História”, escrita por Antônio Leão da Silva Neto, e lançada pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
Em 1958, Ary casou-se com Ignez Peixoto Fernandes com quem teve dois filhos, Fernando e Vânia.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/page/2/