quinta-feira, 15 de novembro de 2012
FLAVIO GALVÃO NO CINETVNEWS
sábado, 16 de julho de 2011
RENATO PRIETO, ASTRO DO FILME NOSSO LAR, EM BELEM
Hoje o Programa CineTvNews teve a grande alegria de entrevista o ator Renato Prieto, o qual ganhou fama nacional e internacional interpretando o persoangem Andre Luiz no filme Nosso Lar.
Renato concedeu uma entrevista exclusiva, falando de sua carreira, seus trabalhos, do sucesso do filme Nosso Lar e de sua peça A Morte é uma Piada.
Carlos Amorim e Renato Prieto
É justamente esta peça que trouxe o ator a Belem, a qual esta sendo encenada nos dias 16 (as 19 e 21 horas) e 17/07 (as 18 e 20 horas) no Teatro da Estação Gasometro no Parque da Residencia.
Nossos agradecimentos ao ator Renato Prieto e da Sra. Lea Moreno que nos auxiliou na entrevista.
Othon Bastos e Renato Prieto (Andre Luiz) em Nosso Lar


sábado, 18 de junho de 2011
MORRE NEWTON MARTINS
A filha de Newton, Márcia Martins, disse que o pai sofria de Mal de Parkinson há seis anos. No final de 2010, a doença piorou e o ator ficou com dificuldades para andar. Há cerca de 15 dias, Newton contraiu uma pneumonia, o que agravou sua saúde.

Trabalhos na TV e no cinema
O último trabalho do ator foi em 2006, na minissérie JK, onde interpretou o personagem Olegário Maciel. Ele também atuou nas novelas Malhação, Sonho Meu, Despedida de Solteiro, Escrava Isaura, Selva de Pedra, entre outras. Nos anos 70, Newton Martins participou de filmes como Obsessão e Folga na direção.
Sgt. Garfield (Mike Genovese) em The Flash
Ele morreu em decorrência de uma falência múltipla de órgãos e o ator estava internado em um hospital da Zona Oeste havia 15 dias.
O enterro do ator foi realizado no domingo (30/05), às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Alguns trabalhos de Newton Martins em dublagem:
Dick York em Os Intocaveis
- Claude Akins na redublagem de Os Intocaveis (Telecine)
- Dick York na redublagem de Os Intocaveis (Telecine)
- Narrador da 7ª temporada de Lei e Ordem
- O mordomo Leopoldo (2a. Voz) em duck tales e no filme O tesouro da lâmpada perdida".
- O tenente Garfield (1ª. Voz) do seriado The Flash
- O vilão Koppa (2ª. Voz) no desenho Super Mario
- Dublou Jack Betts (Henry Balkan) em Homem-Aranha
- Yamaki do Digimon Tamers que morreu
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
MORRE O ATOR JOHN HERBERT
O ator John Herbert morreu às 12h30 desta quarta-feira (26), aos 81 anos, em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 5 de janeiro no Hospital do Coração (HCor) e foi vítima de uma enfisema pulmonar, doença respiratória crônica.
O velório do ator será realizado ainda hoje no Museu da Imagem e do Som (MIS), no Jardim Europa, em São Paulo, por volta das 17h.
Biografia A história de John Herbert começou a se formar em Hamburgo, Alemanha, de onde é toda a sua família. O primeiro a vir para o Brasil foi o seu avô paterno, Paul Adolf Buckup. Acompanhado de sua mulher, Ernestina, carioca descendente de alemães e franceses, ele se instalou em Santos, São Paulo, representando uma firma alemã. Na cidade portuária paulista nasceu o pai do ator, Hans Buckup, em 1902.
Com apenas dois anos de idade, o pai de John Herbert voltou com os pais para Hamburgo, onde foi criado, e conheceu a mãe do ator: Kitty, filha de Katie Schmidt, inglesa de Londres, e de Werner Schmidt, natural de Hamburgo. Na Alemanha, Hans casou-se com Kitty, mas, aos 26 anos, decidiu voltar para o país em que nascera: o Brasil.
Juntamente com o pai, Hans veio para São Paulo trabalhar como comerciante, confirmando a tradição da família de se dedicar à atividade típica de Hamburgo, cidade também portuária. O primeiro filho foi John Herbert, nascido no Hospital Oswaldo Cruz, no dia 17 de maio de 1929. Dois anos depois, o casal tem Achim. Ursula, a caçula e única menina da família, nasceu em 1934. A família sempre morou no bairro Jardim Europa, na capital paulista.
Em 1935, aos 6 anos de idade, John Herbert entrou na Escola Olinda Schule, que mais tarde, por causa da Segunda Guerra Mundial, recebeu o nome de Visconde de Porto Seguro, mantido até os dias de hoje. No colégio alemão, o ator recebeu uma educação baseada nos costumes do país dos seus antecedentes. Aprendeu a falar alemão muito cedo, língua com a qual se comunicava com a família.
Segundo o próprio John Herbert, o que cortou um pouco a educação estritamente alemã foi ele ter entrado no Esporte Clube Pinheiros, local que passou a frequentar em 1939. Lá ele descobriu o amor pelos esportes, em especial pela natação. O que poderia ter sido apenas um hobby ganhou proporções maiores: em 1945, John tornou-se campeão paulista dos 1500 metros, título conquistado um ano antes por João Havelange.
No último ano da escola, John Herbert teve que fazer o ginásio em um ano, para adaptar o currículo alemão às atuais exigências brasileiras. Naquela época, ele já começava a pensar na profissão que gostaria de seguir. O menino que sonhava em ser médico foi alertado pelos pais que "não tinha nenhum médico na família". Paralelo às dúvidas sobre a carreira, John Herbert cultivava o amor pelo jazz e pelo cinema, o que o aproximava lentamente da vida artística.
Em 1947, John começou a frequentar a Cinemateca do Museu de Arte Moderna de São Paulo. O estudo de Direito começou em 1949, na Faculdade do Largo São Francisco. Um ano depois, foi criado o Centro de Estudos Cinematográficos, comandado por Ruggero Jacobbi, teórico de cinema e teatro. Dentre os professores deste Centro havia José Renato Pecora que idealizou e montou a célula inicial do primeiro teatro de arena da América Latina, junto com John Herbert, Sérgio Britto, Monah Delaci, Renata Blaustein, e inaugurado em 1952.
John e Eva em Alo Doçura
Em 1954, John Herbert tornava-se bacharel em Direito, com o coração já totalmente dividido pelas duas carreiras. Um ano antes, ainda estudando Direito, ele fez um teste e foi aprovado na Companhia Cinematográfica Vera Cruz para o filme Uma Pulga na Balança, lançado em abril de 1953. O cinema sempre foi a preferida entre as três atividades que corriam paralelas: cinema, televisão e teatro.
No início dos anos 50, John Herbert conheceu Eva, a Vivinha, que estava ensaiando numa sala do Teatro Municipal de São Paulo com um grupo de balé, ao qual participava. Naquela ocasião todos os alunos da Faculdade de Direito seriam figurantes de Apassionata, da Vera Cruz, que estava sendo filmado naquele teatro.
A imagem do casal foi fortemente marcada no imaginário popular a partir de 1954, com a série Alô Doçura, escrita por Cassiano Gabus Mendes, e exibida durante dez anos ininterruptos. A princípio, o galã seria interpretado por Mário Sérgio, ator da Vera Cruz. Com a desistência de Mário Sérgio, John Herbert foi convidado pelo autor para assumir o personagem. No início, durante seis anos, o programa era uma espécie de teatro na televisão, só depois passando a ser gravado.
Em 1955 John Herbert e Eva Wilma casaram-se em São Paulo. Com ela teve dois filhos, Vivien, nascida em 1956, coreógrafa e diretora de teatro, e John Herbert Junior, nascido em 1958, músico e designer gráfico. O casamento acabou em 1976, mas eles continuaram amigos. Em 20 de maio de 1978, o ator casou-se com Claudia Librach, fisioterapeuta e atriz, com quem teve dois filhos: Ricardo, nascido em 1979, empresário da área de eventos, e Eduardo, nascido em 1983, administrador de empresas.
Eduardo, Ricardo, Claudia e John
Nos anos sessenta, John Herbert começou a produzir para o teatro. Uma das "descobertas" como produtor foi a atriz Regina Duarte, que estreou em Black-Out, de 1967. Ele também assinou a produção de A Cozinha, de 1968, Os Rapazes da Banda, de 1970, entre outras.
Em 1975 estreou como diretor de cinema, tendo dirigido um episódio do filme Cada Um Dá O Que Tem. Em 1980 dirigiu seu primeiro longa metragem, Ariella, que foi um grande sucesso.
No mesmo ano, John Herbert foi para o Rio de Janeiro onde iniciou sua carreira na TV Globo, passando a fazer novelas e minisséries, no entanto, sempre morou oficialmente em São Paulo.
Entre as novelas em que John participou, destacam-se: Alô, Doçura!, Que Rei Sou Eu?, O Dono do Mundo, A Viagem, Por Amor e Sinhá Moça. A última participação do ator em telenovela foi em Três Irmãs, de 2008.
Fonte: http://diversao.terra.com.br/gente/noticia
terça-feira, 31 de agosto de 2010
FALECIMENTO DE ARY FERNANDES
Em 2001, Ary sofreu um derrame que deixou algumas sequelas, entre elas, problemas de fala, dificuldades para caminhar e de memória, que o afastaram do trabalho.
A partir de 2005, sua saúde começou a declinar, culminando em uma internação hospitalar no último sábado à noite. Sentindo fortes dores no estômago, Ary sofreu quatro paradas cardíacas antes de falecer na manhã desse domingo. O velório será realizado a partir das 19h no Cemitério Municipal Chora Menino, em Santana, zona norte da capital paulista. O enterro será realizado na segunda, dia 30 de agosto, às 11h.
Ary Fernandes nasceu no dia 31 de março de 1931, iniciando sua carreira por volta do ano de 1949, na Rádio América, onde atuou como locutor e ator. Passou pelo teatro e pela televisão, estreando no cinema em 1952, como assistente de direção do filme “O Canto do Mar”, de Albert Cavalcante, produzido pelos estúdios Maristela. Ao longo da década, passou a atuar como gerente de produção e diretor de filmes e documentários.
Em 1958, criou a série “O Vigilante Rodoviário”, em parceria com Alfredo Palácios, já falecido. A série conseguiria ser produzida de forma independente, com o apoio da empresa Nestlé, tornando-se a primeira a ser filmada em película no Brasil. Exibida originalmente pela TV Tupi entre 1961 e 1962, a produção voltou à grade da TV brasileira em 2009, com sua estreia pelo Canal Brasil. No mesmo ano, os episódios da série foram lançados em DVD.
Em 1978, Fernandes tentou resgatar o personagem do Vigilante Carlos, com a produção do piloto de uma nova série, que não chegou a vingar. Um novo projeto surgiu em 1999, mas a nova versão não chegou a ser produzida. Em 2008, Carlos Miranda, intérprete do Vigilante, lançou um livro contando a história dos bastidores de produção da série.
Em 1967, Ary produziria sua segunda série, “Águias de Fogo”, que, embora não tenha conquistado o mesmo sucesso que a primeira, tornou-se um dos clássicos da televisão nacional. A produção também contou com a presença de Ary no elenco. Atualmente, a série está em exibição pelo Canal Brasil, com a expectativa de também ser lançada em DVD.

Em 2006, foi lançada sua biografia, “Ary Fernandes, Sua Fascinante História”, escrita por Antônio Leão da Silva Neto, e lançada pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
Em 1958, Ary casou-se com Ignez Peixoto Fernandes com quem teve dois filhos, Fernando e Vânia.
















