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terça-feira, 26 de julho de 2011

DUBLASOM NA WEB - GOOBER E OS CAÇADORES DE FANTASMAS

Goober e Os Caçadores de Fantasmas


Desenho que é uma comedia de aventuras, foi produzido pelo estúdio Hanna-Barbera no ano de 1973, com 16 episódios, que fala de um trio (Ted, Tina e Gilly) de reportes da revista Caçadores de Fantasmas e do mascote do grupo o cachorro Goober.
A grande diferença com o desenho Scooby Do e que Goober quando nervoso fica invisvel, apenas sendo vistos seu gorro e cachecol, mas sempre se depara com fantasmas reais.


Ted, Tina, Gilly (abaixo) e Goober (acima)





"Isso é ridiculo, ridiculo"



Outro atrativo da serie é a presença de membros da Familia Patridge (Familia Do-Re-Mi no Brasil): Danny, Laurie, Tracy e Chris, todos dublados no original em ingles pelos atores: Danny Bonaduce, Susan Dey, Suzanne Crough e Brian Foster.
A serie é muito divertida, principalmente nos episódios com a presença da Familia Do-re-mi, e nas sequencias de fugas de Goober com o trio de reportes para longe dos fantasmas, os quais querem entrevistar e fotografar as assombrações, com Gobber falando seu sensacional bordão: "Isso é ridiculo, ridiculo".


A Familia Do-Re-Mi






Tracy, Danny, Laurie e Chris (versão cartoon)



A dublagem do desenho feita nos últimos anos do estúdio paulista AIC – São Paulo, contou com grandes vozes no elenco, destacando o excelente trabalho do saudoso Ezio Ramos (Ted), com mais um dos vários galãs que dublou ao logo de sua carreira.
Deise Celeste (Tina) com um tom de voz bem jovial e esperto, realçando a jovialidade visual da personagem, como se percebe no visual da reporte que é alinhada com a moda da época.


Ezio Ramos






Gervasio Marques







Deise Celeste



Gervario Marques (Gilly) conseguindo esconder sua bela voz num tom bem nasalado e expevitado, bem diferente da voz de Batman/Bruce (na serie Batman com Adam West);
Cabe um desta que especial para o cachorro Goober, dublado por Olney Cazarré criando mais um de seus inesquecíveis personagens, o qual ao contrario do Scooby Doo é bem falante e com u tom de voz bem mais grave que outros personagens seus, tipo o Coelho Ricochete e O Pica-pau.


Olney Cazarre






Ivete Jayme



Uma curiosidade esta na dublagem da Familia Do-re-mi, que contou com as mesmas vozes da ultima temporada da serie com atores (live action), cujos os dubladores repetiram seus personagens, sendo que conseguimos identificar apenas Ivete Jayme (Danny).
Mais um grande elenco com mais uma inesquecível versão brasileira da AIC – São Paulo.

GOOBER E OS CAÇADORES DE FANTASMAS
Versão brasileira: AIC – São Paulo
Apresentação: Francisco Borges
Ted: Ezio Ramos
Tina: Deise Celeste
Gilly: Gervasio Marques
Goober: Olney Cazarré
Laurie: ????
Danny: Ivete Jayme
Tracy: ????
Chris: ????

domingo, 23 de janeiro de 2011

DUBLASOM NA WEB - MOSQUITO, MOSQUETE E MOSCARDO

Mosquito, Mosquete e Moscardo

Divertido desenho de 1964, produzido pelos estúdios Hanna-Barbera, exibido junto com Maguila – O Gorila, com 23 episodios, que conta as aventuras dos mosqueteiros, na verdade três cachorros, de um Rei europeu, os quais se envolvem nas mais divertidas confusões.

O trio pronto para a confusão


Uma das características da serie é o peculiar grito de guerra do trio: Iapêi, Iapetê e Iapetéc-téc-téc.

O Rei e os Mosqueteiros


É divertido assistir aos comandos do Rei que desencadeia a confusão, mas que ele acaba sofrendo no final toda a conseqüência da palhaça, no melhor estilo comedia pastelão.

Os mosqueteiros na sala do trono


O trio planejando


Uma dos mais engraçados episódios, é aquele no qual o trio tem que proteger um sobrinho traquina do Rei e no final quem acaba levando a pior é justamente o tio.

Wilson Ribeiro

Gervasio Marques


A dublagem, sensacional da AIC – São Paulo, contou com um elenco de astros da casa: Gervasio Marques (Adam West em Batman), Wilson Ribeiro (Chip Morton em Viagem ao Fundo do Mar); o genial Roberto Barreiros (Babalu em Pepe Legal) e o inesquecível Older Cazarré (Dom Pixote e Ze Colmeia versão AIC).
É um clássico que merece ser revisto por todos.

Roberto Barreiros


Older Cazarre


MOSQUITO, MOSQUETE E MOSCARDO
Versão brasileira: Arte Industrial Cinematografica - AIC São Paulo
Apresentação: Antonio Celso
Mosquito: Wilson Ribeiro
Mosquete: Gervasio Marques
Moscardo: Roberto Barreiros
Rei: Olner Cazarré

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A DUBLAGEM E A MATURIDADE DOS FÃS


Batman interpretado por Adam West


Desde o momento em que comecei a pesquisar os trabalhos realizados pela dublagem brasileira me deparei com uma dificuldade enorme: a falta de registros escritos.
Um dos grandes exemplos disso é a dublagem da serie Batman com Adam West feita pela AIC – São Paulo que nas duas primeiras temporadas teve a voz de Gervasio Marques e pela TV-Cine Som do Rio de Janeiro.

Gervasio Marques


No áudio da terceira temporada dublada na TV-Cine Som, Batman/Bruce foi dublado por Celso de Vasconcelos (voz do Lider Optimus em Transformers e do Tenente Columbo na segunda temporada para frente) e por Waldir Fiori (Lobo Bobo em É o Lobo e a 2ª. Voz de Jack Mcgee em O Incrivel Hulk).

Newton Da Matta


Porém, todos os profissionais do Rio de Janeiro que trabalharam no estúdio afirmaram categoricamente, e com segurança, que Batman foi dublado pelo falecido Newton Da Matta (Bruce Willis e Dustin Hoffman).


Celso de Vasconcelos


Apesar disso o audio confirma que foi Celso, o próprio ator confirma sua participação na dublagem como sendo uma das primeiras que realizou.
Assim, a pesquisa feita junto aos artistas da época se torna apenas uma referencia, necessitando da confirmação do áudio da dublagem para poder ter a confirmação absoluta.


Waldir Fiori

Digo isso, porque muitos blogs sobre dublagem falam em pesquisa junto aos artistas e que somente assim, conseguiremos resgatar os trabalhos feitos pela dublagem no passado. Essa postura isolada, em minha avaliação, é algo que necessita do registro sonoro, principalmente, para poder, então, se tornar conclusiva.



Eu já disse isso aqui e vou continuar a dizer, a dublagem brasileira é um arte que desperta muitas paixões no público.
Essas paixões são movidas pelo fascínio que a arte de colocar uma “voz nacional” num ator estrangeiro exerce sobre o público.
Eu venho acompanhando esta arte já há muitos e muitos anos sempre com um a profunda admiração por seus artistas.


Batman (Adam West) e Robin (Burt Ward)


Confesso que até alguns anos atrás, o que me preocupava era a qualidade da dublagem que vinha sendo feita.
Atualmente, o que tem me deixado bastante triste e preocupado, é a postura de alguns fãs que possuem blogs sobre dublagem e acreditam serem os grandes e únicos especialistas sobre o assunto e tratando outros fãs com uma agressividade injustificada.
Infelizmente, esta agressividade vem trazendo muito malefícios para a dublagem, pois estes fãs, vêm agredindo verbalmente outros fãs, em virtude de uma chamada falta de pesquisa.


A Dupla Dinâmica


Como já disse antes, agressividade e arrogância não é uma combinação muito boa para os fãs, pois todos devem ter maturidade para reconhecerem que nós os fãs, estamos juntos numa caminhada de valorizar e registrar os trabalhos feitos pela dublagem no passado, não somos e nem devemos ser os chamados “donos da verdade” sobre a dublagem brasileira.



O Homem-Morcego


Falta, na minha opinião, uma maior maturidade para alguns fãs que precisam perceber a necessidade de todos nos unirmos.
Precisamos crescer, pois a dublagem precisa de fãs maduros

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

PORQUE MUDAM ALGUMAS VOZES NOS FILMES E SERIES?


Ricardo Schnetzer


Afonso Amajones


Sergio Galvao


Gervasio Marques


Olney Cazarre


Nicia Soares


Rita Cleos e Elizabeth Montgomery


Tata Guarnieri


Marcio Simoes

Desde pequeno eu sempre achei incrível os personagens dos filmes, series e desenhos falarem português.
Eu já sabia que eles eram estrangeiros, mas mesmo assim eles falavam o nosso idioma.
Com o tempo descobri que as produções passavam por um processo para chegar até nos, com todos os personagens falando fluentemente o português. Este processo é conhecido como dublagem.
Um dos fatos curiosos da dublagem brasileira é que os personagens que gostamos ou mesmo os astros e estrelas de cinema, mudam de vozes.
Por que afinal de contas isso acontece?
Por vários motivos, é a resposta.
É importante saber que o filme pertence a alguém que pode ser um canal de tv aberta ou fechada, uma distribuidora. Este “dono” escolhe onde seu filme irá ser dublado, ou seja, qual o local onde todo esse processo irá ser realizado.
Logicamente, que muitos são os fatos que influenciam esta escolha, mas principalmente o preço e o fato de que este estúdio, local onde o filme será dublado, já ter feito outros trabalhos para este “dono”.
Isto implica que atores que tenham sido dublados por determinadas vozes que estão em uma das praças onde ocorre a dublagem, leia-se eixo Rio-São Paulo, tenham suas vozes mudadas, sendo dublados por outros atores.
É verdade que muitos atores já tem seu dublador oficial, como por exemplo Tom Cruise que, geralmente, é dublado pelo carioca Ricardo Schnetzer, porém, na trilogia Missão Impossível, o ator foi dublado por duas vozes diferentes, Marco Antonio nos dois primeiros e Phillip Maia no terceiro.
Recentemente, muitos telespectadores estão estranhando que o ator mexicano Fernando Colunga, astro de novelas mexicanas como Maria do Bairro, Usurpadora e Amor Real, dublado há mais de dez anos por Ricardo, seja dublado por Afonso Amajones em Amanhã é para sempre no estúdio BKS de São Paulo.
Isso ocorreu, porque as novelas da Televisa, agora são exibidas pela Rede CNT, a qual mantém contrato com a BKS.
Assim, houve a mudança de vozes.
Muitos devem pensar que tal situação somente acontece agora, que isso, provavelmente, jamais aconteceu no passado.
Por incrível que pareça, este fato, troca de vozes de atores e personagens já é bem antiga.
Para vocês terem uma idéia, vou citar algumas trocas de vozes bem famosas.
A serie Jornada nas Estrelas, teve o Capitão Kirk com três vozes em somente na primeira temporada, com Emerson Camargo, Denis Carvalho e Astrogildo Filho, sendo que o último acompanhou o personagem até o final da serie.
Em A Feiticeira o James Stephens, marido de Samantha, a feiticeira, teve somente nos dois primeiros anos da serie, a fase em preto e branco, atualmente sendo exibida colorizada, teve três vozes: Sergio Galvão, Gervasio Marques e finalmente Olney Cazarré que acompanhou o ator até sua saída da série.
A própria Samantha teve duas vozes, no primeiro ano Nicia Soares e a partir do segundo ano Rita Cleos. Aliás a mãe da feiticeira, a insuportável Endora, teve três vozes: Márcia Real, no primeiro ano, no segundo Gessy Fonseca e, no terceiro, Helena Sâmara, que a acompanhou a personagem até o final.
Larry Tate, chefe de James, ainda em A Feiticeira, teve quatro vozes, nos dois primeiros anos Carlos Leitão e Raimundo Duprat, a partir da metade do segundo ano Waldir Guedes que acompanhou o persoangem até a sexta temporada. Na sexta temporada da série, o personagem passou a ser dublado por Xandó Batista.
Recentemente,.tivemos outra mudança de voz famosa e polemica, foi na serie 24 Horas, onde o agente Jack Bauer, na quarta temporada teve sua primeira voz, Tatá Guarnieri, substituído por Marcio Simões, por razões judiciais.
Esses são os motivos da mudança de vozes, sendo algo que eu, na condição de fã, não aprecio muito, mas como me foi dito, em alguns casos, já é esperado que isso aconteça.
Eu torço para que isso não aconteça e se evitem mudanças de vozes, pois uma pessoa, também, é caracterizada por sua voz.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DUBLASOM NA WEB - O HOMEM DE VIRGINIA


O Virginiano James Drury


Francisco Borges


Orlando Prado



Domicio Costa


O Homem de Virginia foi uma serie do genero faroeste (western) que contava a historia de um fazendeiro misterioso conhecido apenas pelo nome de Virginiano que cuidava de suas terras e de seus empregados no oeste americano.

Muitas das vezes, involuntarimanete, se envolvia em muitas confusões.
A serie fez muito sucesso no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

A dublagem da serie foi feita no estudio Cinecastro e contou com a nata da dublagem carioca da época.

Curiosamente foi exibido um telefilme chamado Caminhos Incertos que mostrou um encontro entre os personagens de O Homem de Virginia com os personagens de outra serie de faroeste famosa da época: Laredo.

Laredo, também, foi dublada no Rio de Janeiro.

Este telefilme foi dublado no estudio AIC (Arte Industrial Cinematografica) de São Paulo e, por isso, ambas as series neste telefilme, não contaram com suas marcantes vozes cariocas.

O HOMEM DE VIRGINIA
Versão brasileira: Cinecastro
Virginiano: Domicio Costa
Trumpas: Orlando Prado

CAMINHOS INCERTOS - O HOMEM DE VIRGINIA
Versão brasileira: AIC - São Paulo
Virginiano: Francisco Borges
Trumpas: Gervasio Marques